COMO NÃO APRENDER UM NOVO IDIOMA?

DOI

https://doi.org/10.47820/recima21.v6i12.7114

Downloads

PDF

Resumo

O artigo trata de pesquisas e análises de textos de diversos teóricos sobre o processo de ensino-aprendizagem de uma segunda língua estrangeira, especialmente o inglês, em diferentes segmentos de ensino, tanto em escolas públicas quanto privadas, particularmente nas séries finais do ensino fundamental e no ensino médio. Discute-se por que o ensino de língua inglesa tem sido colocado em segundo plano e como isso se reflete na baixa proficiência dos estudantes brasileiros.

Biografia do Autor

Elielson dos Santos Silva, Enber University

 

Graduação em Letras Português e literatura brasileira, Letras português e inglês;

Pós Graduado em Ensino de Língua inglesa, Metodologia do Ensino de língua inglesa, Ensino de EJA, Literatura em Língua inglesa, Metodologia portuguesa e literatura espanhola;

Mestrando em Ciências da Educação.

Janderson Ribeiro dos Santos, IVY Enber Cristian University – Enber University

Licenciatura em Matemática e Pedagogia;

Pós Graduado em Ensino de Matemática; Docência do Ensino Superior e Tutoria em Educação a Distância;

Mestre em Ciências da Educação;

Doutorando em Ciências da Educação.

Referências

ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2008.

BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e Filosofia da Linguagem. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2006.

BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999.

BOLOGNINI, Carmen. Metodologias de Ensino de Línguas Estrangeiras. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

CHOMSKY, Noam. Aspects of the Theory of Syntax. Cambridge: MIT Press, 1965.

DENILSO DE LIMA. Gramática do Inglês Cru: o que você precisa saber para aprender inglês de verdade. São Paulo: Disal, 2009.

DUCROT, Oswald. Curso de Semântica Argumentativa. São Paulo: Ed. da Unesp, 1987.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

JACOBS, Michael A. Attitude: o fator decisivo no aprendizado de inglês. São Paulo: Disal, 2008.

LEFFA, Vilson. A aprendizagem de línguas estrangeiras: passado, presente e futuro. Pelotas: Educat, 2008.

MOREIRA, Marco A.; MASINI, Elvira. Aprendizagem Significativa. São Paulo: Moraes, 1982.

NOGUEIRA, N.; LEFFA, Vilson. O ensino de línguas no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2008.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola? Campinas: Mercado de Letras, 1996.

ULLMAN, Stephen. Semântica: uma introdução à ciência do significado. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1961.

VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

WALLON, Henri. As Origens do Caráter na Criança. São Paulo: Martins Fontes, 1968.

Como Citar

dos Santos Silva, E., & Ribeiro dos Santos, J. (2025). COMO NÃO APRENDER UM NOVO IDIOMA?. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar - ISSN 2675-6218, 6(12), e6127114. https://doi.org/10.47820/recima21.v6i12.7114